Nós Somos a Luz
É com grande satisfação
que a Academia para Ciência Futura convida todos vocês para o próximo Seminário
com os nossos Presidentes Internacionais, o Dr. J. J. Hurtak e Dra.
Desiree Hurtak, que vêm apresentar na América do Sul a primeira das Dez Chaves
que completam a revelação das 64 Chaves de Enoch e Metatron:
Tema:
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Nós
Somos a Luz
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Data:
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Sexta,
25 de novembro de 2016, de 19h00 a 22h00
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Sábado,
26 de novembro de 2016, de 09h30 a 21h30
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Domingo,
27 de novembro de 2016, de 09h30 a 19h30
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Local:
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Centro
de Eventos Jorge Joaquim Daux Boabaid
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Hotel
Canasvieiras Internacional
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Endereço:
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Rua
Madre Maria Vilac, 2020
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Canasvieiras,
Florianópolis – Santa Catarina
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Inscrição:
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Datas
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Valor
Individual
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Até 9/9
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R$
400,00
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De 10/9
a 19/11
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R$
450,00
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De 20 a
25/11
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R$
500,00
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Em 1973, a humanidade recebeu dos Céus
Superiores As Chaves de Enoch®, que vieram explicar: os códigos e princípios
originais de Luz usados para criar as muitas dimensões do nosso universo; e as
formas-pensamento de Deus que unificam a nossa consciência com o Plano Divino e
a Sua Manifestação Cósmica.
Cada uma das 64 Chaves de Enoch foram reveladas
para trazer da Fonte de Luz Suprema um Poder de codificação superior e
geometrias vivas e inspiradoras. Porém, 10 Chaves Finais foram especialmente
guardadas para um momento em que a consciência humana pudesse evoluir
coletivamente dentro do Projeto Divino de Luz reservado à nossa humanidade.
Este momento se inicia agora! E este seminário vem
explicar em linguagem espiritual e científica o Poder da “Luz”, e como receber
e expandir os diferentes níveis da experiência de Luz aos quais a consciência
humana pode ter acesso. Porque a família humana está sendo convidada a evoluir
para um Corpo de Luz e a participar de forma integrada de um horizonte
ilimitado dentro da Casa de Muitas Moradas.
Neste seminário intensivo haverá explicações sobre
a mudança quântica que possibilita o despertar da consciência humana para um
poder de Luz em ressonância com a Fonte original da Vida. Junto com os
ensinamentos a serem apresentados, também haverá experiências musicais e
meditativas para estimular uma criatividade superior que é necessária para a
abertura de novas fronteiras da consciência.
Venham aprender a linguagem não linear das
ideografias e cosmografias que Deus disponibiliza para sermos veículos puros de
um Amor, Compaixão e Sabedoria Sublimes. A Chave que nos ativa para “sermos a
luz do mundo” nos está sendo entregue! Participem!
Na inscrição, devem ser enviados o comprovante de
depósito digitalizado e os seguintes dados:
Nome:
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Telefone:
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Valor
Individual
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Endereço:
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Bairro/Cidade:
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Estado
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CEP:
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Profissão
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E-mail:
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Data do
Depósito:
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Participa
na Segunda?
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Os depósitos devem ser feitos em nome de:
Academia para Ciência Futura
CNPJ 03.540.160/0001-11
Banco Bradesco, Agência 3122-4
Conta Corrente: 205.030-7
CNPJ 03.540.160/0001-11
Banco Bradesco, Agência 3122-4
Conta Corrente: 205.030-7
A inscrição deve ser enviada para Ilse e Rosana:
eventos@acfbrasil.org.br
Informações Complementares:
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Material:
·
Este seminário coincidirá com o lançamento em
português da Chave 4- 0-1, a primeira das 10 Chaves finais, que estará à venda
durante o seminário junto com outros materiais da Academia para Ciência Futura.
·
Refeições:
· No hotel em frente ao do evento existe um
restaurante a quilo (que funciona só no almoço).
· No hotel do evento existe lanchonete, café/padaria,
pizzaria e sushi bar que funcionarão durante o evento até aprox. 23h00.
· Entre 600m e 1,2km do auditório há diversos
restaurantes a preços populares.
· Na sexta-feira não haverá coffee-break. Todos devem
levar os seus lanches.
Atividade ao Ar Livre – Evento Extra
(Segunda-feira, 28/11/2016)
·
10h00 a 13h00 – Seção de Perguntas e
Respostas com os Drs. Hurtak
·
Vagas Limitadas.
·
Somente para os Participantes do Seminário.
·
Reservas são necessárias com a organização do
evento.
· Local: IMMA – Instituto Multidisciplinar do Meio
Ambiente e Arqueoastronomia
·
http://immabrasil.com.br/
Rua Laurindo José de Souza 188
Rua Laurindo José de Souza 188
·
Fortaleza da Barra da Lagoa – Barra da Lagoa –
Florianópolis – SC.
· Transporte: Consultar a organização do evento para
o rateio de transporte.
·
·
13h00 – Almoço sugerido no restaurante
Rancho de Canoa em frente ao IMMA.
·
14h30 a 16h00 (aprox.) – Nos Caminhos da
Trilha da Oração
· Subida ao Morro da Galheta com a orientação do
arqueoastrônomo Adnir Antônio Ramos (Maninho)
· Local: Morro da Galheta, atrás do IMMA, local de importantes alinhamentos arqueoastronômicos.
·
·
Observações:
·
Levar protetores solares, chapéus, repelentes para
insetos e sapatos de caminhada.
·
A subida ao morro requer um esforço físico moderado
e não é indicada a pessoas que possam ter mais dificuldades.
·
Pessoas com voos no início da noite na
segunda-feira devem considerar que o trânsito na cidade é intenso e demorado.
Mais Informações:
·
Contatos com a Organização do Evento:
(48) 9642-4951 (Tim com WhatsApp)
(48) 9142-5929 (Vivo com WhatsApp)
(48) 9144-6619 (Vivo)
(48) 3238-9830 (Fixo Net: até 22h00)
(48) 9642-4951 (Tim com WhatsApp)
(48) 9142-5929 (Vivo com WhatsApp)
(48) 9144-6619 (Vivo)
(48) 3238-9830 (Fixo Net: até 22h00)
Marcus Kordeiro
(Gytimalon Sanaya Khael - Frota
Estelar - Alpha Meyers Órion Unana)
Reflexões eleitorais
Cesar
Vanucci
“A
democracia é boa, principalmente
porque
todos os outros sistemas são piores.”
(Nehru, político indiano)
As
recentes eleições, numa perspectiva geral transcorridas em atmosfera pacífica e
ordeira nos diferentes quadrantes da vastidão continental brasileira, exaltaram
outra vez mais a afortunada familiaridade existente entre a Nação e as boas
práticas dos sagrados postulados democráticos. O registro de desagradáveis incidentes
isolados, nascidos de discórdias pontuais sem conotações políticas merecedoras
de especial atenção, não foi de molde a afetar o brilho do espetáculo cívico
vivenciado de norte a sul.
A
campanha dos candidatos e a vontade popular manifesta nas urnas renderam
substancioso material para reavaliação da conjuntura política. Um tantão de
revelações pode ser extraído do que se viu.
A
primeira das coisas a anotar é a percepção bastante clara, que se nos é
passada, de que a sociedade brasileira continua nutrindo fervoroso respeito às
prerrogativas do espírito humano projetadas no direito de opinar livremente, de
dissentir e de discordar. Conserva-se lúcida na resistência aos vaivéns
sibilinos, incongruências, aprontações negativas perpetrados, em elevada escala,
nos arraiais político-partidários. Faz questão de expressar com nitidez anseios
no sentido de que a política seja nutrida, o tempo todo, de saudáveis
inspirações republicanas.
O
visível desencanto de parte considerável da opinião pública, derivado de
situações conflitantes com o interesse coletivo, desencadeadas por militantes das
diferentes facções partidárias, tomou vulto nas estatísticas do pleito. O
somatório das abstenções com os sufrágios em branco e nulos suplantou, em
grande parte dos colégios eleitorais, os chamados votos válidos, mais do que em
qualquer outra ocasião eleitoral. Isso dá muito o que pensar.
O
clima ordeiro que presidiu as eleições, como já sublinhado, mais o competente processo
de coleta de votos montado pela Justiça, objeto da admiração mundial, mais a
despoluição sonora e visual garantida pelas normas vigentes são itens positivos,
a serem efusivamente celebrados nesta jornada eleitoral.
Para
estudiosos do comportamento e das reações das ruas, bem como para paredros e
militantes das siglas partidárias, estas eleições municipais de 2016
descortinaram cenários repletos de recados e incógnitas. Não passou despercebido
a olhares atentos a preocupação de boa parte dos candidatos em evitar ficassem
suas campanhas vinculadas, de forma ostensiva, às respectivas legendas e às
lideranças tradicionais dos quadros partidários. Para muitos, tal associação
afigurava-se temerária. Poderia redundar em perda de votos.
No
sudeste, fixando-nos num exemplo próximo de nosso foco de observação, apenas em
São Paulo, Capital sobretudo, o candidato vitorioso, João Dória, não hesitou em
declinar, com toda ênfase, o nome do patrocinador-mor de sua campanha, Geraldo
Alckmin. À hora da comemoração não encontrou quaisquer dificuldades também em
apontar o governador paulista como candidato à Presidência.
O
PT experimentou nas urnas acachapante derrota, de norte a sul. Em Minas Gerais,
onde havia levado, em 2012, 113 Prefeituras, triunfou desta feita em apenas 41
municípios. Das 20 maiores cidades mineiras, só em Teófilo Otoni logrou
sucesso.
A
performance de muitos Prefeitos - ao que se propagava, bem avaliados na
simpatia popular -, deixou muito a desejar. Veja o que aconteceu no Rio, com
Eduardo Paes, e em Belo Horizonte, com Márcio Lacerda. Já em Salvador, o
estrondoso sucesso de ACM Neto, reelegendo-se com larga sobra, evidenciou um
diferencial na reação dos eleitores face à exposição insistente na propaganda
eleitoral de lideranças e legendas tradicionais. Na Capital bahiana o esquema colou.
Entre
outros numerosos lances expressivos das eleições, cabe registrar as vitórias marcantes, conquistadas
em primeiro turno, nas Minas Gerais, de Vittorio Medioli, Betim, Paulo Piau
(reelegendo-se) Uberaba, Odelmo Leão, Uberlândia, Humberto Souto, Montes Claros,
e André Merlo, Valadares.
Na
Capital mineira a renovação do Legislativo foi, surpreendentemente, de 56 por
cento. A edil mais votada foi Áurea Carolina, do PSOL, 32 anos, negra. Pamela
Volpi (PP), que se intitulou representante transgênero, foi eleita vereadora em
Uberlândia. O Prefeito eleito em Antônio Dias, Vale do Rio Doce, foi o vencedor
com maior percentual de votos no Estado. Atingiu índice de 95,33 por cento. Em
Cedro do Abaeté, região central do Estado, o eleito obteve apenas 15 votos a
mais que seu oponente.
Nos
centros eleitorais mineiros em que haverá segundo turno, Belo Horizonte, Juiz
de Fora e Contagem, bem como noutras capitais e grandes cidades dos demais
Estados, os disputantes já se lançaram num corre-corre desenfreado pela
conquista de apoio dos oponentes alijados da contenda. Das tratativas, como é
de praxe, resultarão alianças surpreendentes. Esperar pra ver!
Conquista da
ciência brasileira
Cesar
Vanucci
“Tecnologia
criada por cientistas do CNPEM pode
eliminar
o vírus da aids nas bolsas de sangue em transfusões.”
(Dos jornais)
Já
aludimos, neste acolhedor espaço, aos avanços vanguardeiros, universalmente
louvados, da Saúde Pública e da Ciência brasileiras nas ações preventivas de
combate à epidemia da aids. Epidemia que vem sendo, de algum modo, refreada em
vários cantos do planeta, sem que, contudo, pare de se alastrar
assustadoramente no maltratado continente africano. Ou seja, aquele pedaço de
mundo esquecido - ao que tudo faz crer, dos próprios deuses dos cultos de seus
habitantes -, a se levar em consideração o volume dos dramas sociais que
incessantemente enfrenta.
Às
revelações já conhecidas sobre o competente trabalho desencadeado entre nós,
nessa área do conhecimento técnico e práticas terapêuticas, agrega-se agora
outra significativa conquista, acolhida com entusiasmo pelos círculos
científicos. Pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais
(CNPEM) desenvolveram processo inovador para impedir que o vírus da aids se
espalhe pelo sangue. Criaram condições para se poder detectar e eliminá-lo nas
bolsas de sangue usadas em transfusões.
Empregando
as chamadas nanopartículas – elementos com dimensão mil vezes reduzidas em
relação ao diâmetro de um fio de cabelo -, os pesquisadores conseguiram
estabelecer um procedimento capaz de tornar o vírus do HIV inativo. A ação
tecnológica desenvolvida é sequencialmente explicada. Para se reproduzir no
organismo, o HIV faz conexão com os receptores da membrana celular. Lançadas na
corrente sanguínea, as nanopartículas magnéticas de sílica, boladas pelos
cientistas, agregam-se ao vírus, impedindo sua propagação. Atraídas por um imã,
as nanopartículas são retiradas do sangue, trazendo junto os componentes
virais.
O
coordenador do estudo, cientista Mateus Borba Cardoso, esclarece em entrevista
amplamente divulgada: “Esse mecanismo de inibição viral se dá por meio da
modificação de nanoparticulas em laboratório, atribuindo-se funções à sua
superfície pela adição de grupos químicos capazes de atrair as partículas
virais, com elas se conectando. Esse efeito, relacionado ao fato de cada átomo
dentro de uma molécula ocupar uma determinada quantidade de espaço na
superfície, impede que o vírus chegue até o alvo – as células – e se ligue a
esse alvo, porque já está “ocupado” pela nanopartícula”.
As
experiências promovidas pelos pesquisadores brasileiros resultaram, num
primeiro momento dos testes, numa redução de cinquenta por cento da infecção
viral. Mas o resultado poderá ser melhorado, com eficácia de cem por cento,
caso seja aumentada a quantidade de nanopartículas lançadas no período de
incubação, conforme ainda o cientista mencionado.
A
inovadora tecnologia que acaba de ser anunciada sinaliza, auspiciosamente,
outra vez mais, que nossos cientistas, bem como nossos serviços públicos de
saúde, ocupam na atualidade lugar de proeminência nas políticas mundiais de
combate a aids. Há um total reconhecimento da extremamente positiva
contribuição por eles trazida, não é de hoje, ao esforço global desencadeado a
partir do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) com
vistas a por cobro à mortífera enfermidade até o ano 2030.
O
Brasil mostra-se, assim, bastante cônscio da missão que lhe cumpre executar quanto
a essa relevante meta de erradicação da aids, inserida nos “Objetivos de Desenvolvimento
Sustentável”, definidos pela ONU.
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