*Cesar
Vanucci
“Ele é um crianção
patético” (Vivian, 21 anos, filha de Elon Musk a respeito do pai, numa entrevista )
A mídia
estadunidense classificou o episódio como escândalo sem precedentes. A denúncia
do “New York Times” acerca da visita do magnata Elon Musk ao Pentágono, com o
fito de coletar informações altamente sigilosas, causou estupefação nos
círculos políticos e diplomáticos mundo afora. A Casa Branca negou a versão do
jornal. Mas, segundo fontes qualificadas, realmente aconteceu o inimaginável acesso
de Musk aos planos secretos dos EUA sobre estratégias militares no caso de
eventuais confrontos com outras potências, a China destacadamente. Anote-se que
embora tido como principal assessor de Trump, Elon não foi investido
oficialmente nas funções que informalmente vem desempenhando. A suma gravidade do
ocorrido entra pelos olhos de qualquer cidadão por menos escolado que seja da
conjuntura geopolítica. As especulações suscitadas pela história levam em conta
certas circunstâncias assaz desconcertantes. Elon Musk é dono de fabuloso
complexo aeroespacial, que opera em todos os continentes. Faz parte também de
seus pertences redes de comunicação digital com alcance mundial. Sua atuação é
significativa, em termos globais, na área da Inteligência Artificial. Possui
negócio de grande envergadura, no setor automobilístico, inclusive na China. Mantém contratos vultosos com
o Governo dos EUA desde o tempo em que se dizia partidário dos democratas. Chocou o mundo com a saudação
Nazista. E por aí vai... A pergunta que se recusa a calar na garganta de muitos
analistas políticos: O que ele quer fazer com as informações tão privilegiadas
obtidas? Outra interrogação intrigante:
Quem no Pentágono favoreceu o vazamento das informações? Fê-lo com quais
intuitos?
2) Bolsonaro
- Anunciando disposição de passar
temporada nos EUA, Eduardo Bolsonaro licenciou-se da atividade parlamentar. Seu
manifesto propósito é incrementar, pelos meios a que tenha acesso, os ataques
desabridos às instituições do seu país, onde pelo que acintosamente propaga,
vigora um sistema político “autoritário” com negação das “liberdades públicas”
e “perseguição” política a adversários. O filho de Jair Bolsonaro calcula, equivocadamente no próprio ver de
muitos de seus partidários, que sua atuação no exterior poderá beneficiar a
causa do pai emaranhado até o pescoço, como se diz na linguagem popular, na
trama golpista desbaratada pelas forças democráticas brasileiras. O Supremo,
com foco especial no Ministro Alexandre de Moraes, continuará a ser alvo
prioritário, com toda certeza,
das assacadilhas ditadas por vindita e ódio. Tudo isso acontece no momento em
que a Justiça se prepara para o julgamento dos arquitetos do complô antidemocrático.
Jornalista
(cantonius1@yahoo.com.br)
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